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A Você, minha amada Mulher.

"Meu filho, nada te aflija. Não estou Eu aqui, que sou tua Mãe?"


Na longitude do Tepeyac,

A Virgem coroada de estrela visitou,

Com brilho ardente mais que o fogo,

No manto sua imagem calcou.


De uma ebúrnea neve,

Flores mais lindas fez brotar,

Com pétalas cintilantes,

Ao índio veio dar.


Ó! Pequeno servo,

Aos altares elevado,

Sua santidade é tão airosa,

Que fiéis a ti recorrem de bom grado.


Quanta glória é dada a Deus,

Pelas mãos daquela que ao pecado corrói,

Afinal foi concebida,

Sem a malicia que me destrói.


Seu rastro inefável,

Cá na terra deixaste,

Com a mais bela Imagem,

Qual ácido que há de manchaste?


Ò olhar tão profundo,

Ainda traz o relato,

Do dia da glória magnífica,

Que em meu coração eu oblato.


Qual pincel tão digno,

Do mais belo temor,

Nenhuma cerda tocaste,

O Teu manto de ígneo esplendor.


Guadalupe do meu coração,

A ti consagrado até a morte,

Minha vida entrego,

Para no mundo não depender da sorte.


Foi a mando de Cristo que vieste,

Para Ele ser glorificado,

E em teu nome elevar a fumaça,

Que do incenso dissipa pelo prado.


Minha Mãe da beleza morena,

Sou tão fraco longe de tua presença,

Mas Tu da pureza infinita,

Eleva a Minh 'alma à ficar longe da descrença.


Não tenho medo da morte,

Pois rejeitei ao pecado,

Respondendo a este chamado,

O sacerdócio a ti Consagro.



Eduardo Augusto Patatt Fucilini- Membro de aliança da Comunidade Legati Christi.




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